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segunda-feira, 7 de maio de 2012

O MUNDO PODE PERDER A GUERRA CONTRA AS DROGAS

De acordo com um especialista neste assunto, o mundo pode perder a guerra contra as drogas, caso não tome uma nova atitude perante ela , todas elas. Este especialista chama a atenção para o facto de os traficantes estarem a ampliar o mercado, vendendo droga a consumidores cada vez mais jovens. «Se queremos programas educacionais e de prevenção realmente eficazes, temos de mudar a maneira como as crianças olham as drogas, quer legais, quer ilegais», diz-nos Jonh Duff, autor do livro «A Verdade sobre as Drogas» e presidente internacional do programa de educação, prevenção e reabilitação Narconon, mundialmente reconhecido como a única rede verdadeiramente eficaz de centros de reabilitação que não utiliza drogas no seu programa.
«São muitas, talvez demasiadas, as pessoas que confiam nas drogas tipo aspirina, tranquilizantes, álcool, etc.», — continua Duff. «Essas pessoas devem deixar de pensar que as drogas curam tudo! Devem compreender os efeitos que elas acarretam. É devido a essa atitude generalizada que as crianças pensam que as drogas ilegais, como a marijuana, heroína, cocaína, etc., são coisas que se podem «experimentar» sem o perigo de serem afectadas por isso. Tal não é verdade, mas muitas crianças não o sabem ou não acreditam. Com a Narconon as pessoas deixam as drogas e não voltam a pegar-lhes. Isto devido aos métodos únicos que nós usamos». L. Ron Hubbard é um dos mais aclamados e lidos autores de todos os tempos, mas o que muitas pessoas não sabem é que ele também investigou durante anos os efeitos nocivos das drogas e que desenvolveu métodos revolucionários de reabilitação compostos de exercício físico, vitaminas e sauna.
É preciso vencer esta guerra contra a droga! E não é por acaso que as crianças cada vez mais jovens estão a ser incentivadas a tomar drogas. Olhem à vossa volta e vejam se é verdade ou não que as drogas, legais e de rua, estão a chegar às mãos de crianças cada vez mais jovens!
A TÍTULO DE CONCLUSÃO
Chegados aqui, espero bem que tenham interpretado estas linhas como um alerta de objectivos altruístas e como uma mensagem de sinal cautelar, que eu faço questão em dirigir a todos quantos se encontram já inseridos no processo médico-prescrito do uso de tranquilizantes, e também àqueles que eventualmente possam vir a ser vítimas de uma habituação tóxica, transformando-se em drogados tutelados pela lei.
Este meu alerta não é um vomitar de frases soltas e infundadas. É, isso sim, e acima de tudo, o resultado de uma experiência dramaticamente vivida ao longo dos meus últimos 4 anos, em que o meu próprio corpo serviu de laboratório.
Tal como o autor destas linhas, centenas e centenas de outras pessoas vegetam pêlos mesmos meandros duma vida sem sentido, porque destruída e sem encanto e prazer, sem alegria.
Os tranquilizantes — e estou à vontade para o confirmar — não passam de um mito. Não são melhores, nem piores, que as conhecidas drogas ilegais, como a cocaína, a heroína ou a haxixe.
E digo isto, porque ao aperceber-me das terríveis consequências do uso dos tranquilizantes, prescritos medicamente, comecei a ler uma série de reputadíssimos autores nacionais e estrangeiros, sobre tal matéria, acabando todos eles por condenar este tipo de medicação, dados os efeitos perversos que os mesmos produzem no organismo dos pacientes.
É que os tranquilizantes produzem nas pessoas que os utilizam uma tal dependência e uma tal habituação, que se torna bem mais difícil combatê-los do que a própria droga ilegal.
E sublinho, mais uma vez, para que não fiquem dúvidas: a iniciação à habituação aos tranquilizantes acontece mesmo quando uma pessoa toma apenas um comprimido à noite «para dormir».
E como sei que são já aos milhares as pessoas das mais diversas camadas sociais e profissionais (sacerdotes, empresários, funcionários, reformados, professores, jornalistas,etc., etc.) a tomar o seu comprimido ao deitar, «só para poder dormir», acabando por se sentir mais cansadas, não podia ficar calado. Daqui lanço, pois, o meu alerta, o meu aviso amigo a todas elas: tenham cuidado, muito cuidado, porque dentro de alguns anos começarão todas a ter graves problemas de ordem física e psíquica difíceis de curar.
Claro que o uso dos tranquilizantes leva a um aparente, e, portanto, enganador descanso, com algum efeito positivo apenas ao nível do adormecimento da dor provocada por lesões orgânicas e sofrimentos morais. Só que não resolve absolutamente nada que se relacione com a cura do doente. Cria apenas a dependência, enquanto os verdadeiros problemas continuarão a subsistir, agravando-se de dia para dia, por força dos efeitos da droga medicada.
Daqui o não ser de espantar o facto de no mundo existirem já hoje mais toxicode-pendentes legais do que ilegais.
Foi por isso, e só por isso, que me decidi a publicar este meu trabalho, contribuindo de alguma forma para que muitos seres humanos, muitos amigos e conhecidos meus possam repensar a minha mensagem, quemais não pretende ser do que uma boa conselheira.
Alerto igualmente a imprensa deste país para que denuncie esta grave situação que vivem os drogados legais, e dirijo um convite às autoridades para se debruçarem muito a sério sobre este problema que tanto aflige a humanidade.
O poder da dependência gerada pêlos tranquilizantes é tão grande que, se, por exemplo, fosse proibido às farmácias vender temporariamente este tipo de tranquilizantes, muitos pacientes afectados por esta «droga» seriam bem capazes de tentar o suicídio, como já aconteceu com algumas pessoas.
Os resultados terríveis deste tipo de tratamentos confinam sempre na dependência e na destruição do organismo. E como ainda não se registaram efeitos positivos nas tentativas feitas até hoje da desintoxicação das «drogas legais», só a redução gradual de tais tranquilizantes poderá resultar, se o organismo ajudar.
Com fundamento em modernos e seguros diagnósticos, concluí que dos tranquilizantes herdei:
— Atrofia renal com diminuição de tamanho e espessura dos meus rins e uma drenagem;
— Problema hepático grave;
— Agravamento do aparelho digestivo;
— Dores a nível muscular e de tecidos;
— Frequentes fases de esquecimento e dificuldades de raciocínio.
Termino com votos que esta minha mensagem seja lida e reflectida, para que ela possa chegar ainda a tempo de repor o amor, a felicidade e a alegria de viver a quantos sofrem, por força da acção do uso da «droga legal».
Fica também o meu convite para que ninguém, mas mesmo ninguém, abuse de medicamentos tranquilizantes, seja em que circunstâncias for, porque, quando não se morre do mal, pode morrer-se da cura, com uma vida bem mais difícil e aflitiva.
Que o meu aviso vos ajude a salvar a todos vós que sofreis.

Nuno Álvaro Vaz

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