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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Egipto pode lagalizar a Necrofilia

 O parlamento deve votar projeto de lei que permitirá relações sexuais de despedida até 6 horas após o falecimento do cônjuge.
De acordo com o Al Arabiya News, o parlamento egípcio deve votar sobre uma lei que permitirá que os maridos tenham relações sexuais com suas esposas até 6 horas após o seu falecimento. O projeto, introduzido por radicais islâmicos, surgiu em maio do ano passado, quando Zamzami Abdul Bari, um líder religioso, afirmou que o matrimônio continua válido mesmo após a morte.
Bari alega que as mulheres também podem ter relações sexuais com seus maridos falecidos — direitos iguais? —, mas a bizarra lei do “sexo de despedida” vem causando ultraje no país, obviamente.
Necrofilia conjugal
O NCW, Conselho Nacional para Mulheres, apelou ao Parlamento — de maioria islâmica — que não aprove o bizarro projeto sobre a necrofilia conjugal, que deve ser votado juntamente com outra lei também controversa, que legalizaria o casamento de meninas a partir da idade de 14 anos.
O apelo também inclui pedidos para que o parlamento evite qualquer legislação que prive as mulheres de ter acesso à educação e carreira profissional com base em interpretações religiosas.

Fonte: Al Arabiya News.


 
«Acho que o odor da morte muito erótico. Há odores da morte e há odores de morte. Agora você começa o seu corpo que foi flutuando na baía, durante duas, semanas, ou uma vítima de queimadura, que não me atraem muito, mas um cadáver embalsamado de fresco é outra coisa. Há também essa atracção por sangue. Quando você está em cima de um corpo tende a limpar o sangue para fora de sua boca, enquanto você está fazendo amor apaixonado.»
 
Karen Greenlee não matou os homens para obter os cadáveres, mas ela certamente teve uma atracção por eles uma vez que eles estavam mortos. Em 1979 na Califórnia, Greenlee foi para entregar o corpo de um homem de 33 anos de idade, para um cemitério para o funeral, mas em vez disso ela foi embora no carro funerário, sequestrando o cadáver para o manter para si mesma. 
Ela foi encontrada e acusada de roubar um carro fúnebre e interferindo com um funeral, e, aparentemente, não era a primeira vez que ela sentia uma atracção sexual pelos mortos. Para este caixão, ela tinha colocado uma longa carta detalhada sobre seus episódios eróticos, os quais ela havia estimado em mais de 20 cadáveres do sexo masculino. Chamando-se um “rato morgue”, ela não entendia por que ela se sentia tão obrigado a tocar os corpos de mortos, mas era um vício, ela não conseguia deixar de fazer..
Assim que a carta foi encontrada, Greenlee foi expulsa da profissão. Numa uma entrevista mais tarde, com Jim Morton, ela disse-lhe que o momento erótico envolvia toda uma atmosfera: a aura de morte, o cheiro, a funerária, o luto, e todas as “armadilhas”. Não foi apenas sobre a estimulação sexual, tratava-se de uma mentalidade completa. Ela gostava do cheiro do cadáver embalsamado recentemente de um homem na casa dos vinte, e até mesmo o sangue que poderia sair de sua boca enquanto ela ficava em cima dele. Ela admitiu ter tido sexo em algumas morgues e arrombado túmulos, a fim de exercitar seu hábito, e uma vez ela quase foi pega com as “mercadorias”. Com vergonha no início, ela depois aceitou seus desejos, até ser apanhada de vez.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Necrofilia II



A necrofilia é uma situação rara em que nos indivíduos se sentem excitados ou encontram exclusivamente a excitação e o orgasmo na actividade sexual com um corpo morto.
Esta situação, sobretudo verificada em homens, mas tambem em mulheres, acontece geralmente em casos em que o individuo manifesta pouco ou nenhum interesse por relações sexuais com pessoas vivas, sendo a morte em si o objecto principal do seu fascínio, e pode inclusive conduzir a situações de homicídio qualificado, se a excitação sexual for conseguida principalmente através da acção de matar.
No passado, relatavam-se histórias de mulheres aparentemente mortas, que haviam sido vítimas de ataques sexuais, na sequência dos quais» recobravam os sentidos». No século XVIII, era considerado interessante que morrer no sentido sexual pudesse levar ao renascimento no sentido total. Num período anterior, o teatro jacobino levava à cena peças como The Revenger`s Tragedy, transbordantes de desejo necrófilo, que podem bem ser representativas dos debates da altura, entre católicos e protestantes, em que os primeiros defendiam o papel dos cadáveres sob a forma de relíquias e ossos, ao passo que os segundos o rejeitavam em absoluto.
A necrofilia procura, contra todas as evidências, revitalizar o cadáver, resgatando-o da condição de objecto em que se tornou. O corpo morto é investido de uma subjectividade passiva. Este tema, caro à cultura de todo o século XVII, está inclusive presente na personagem de Hamlet, quando utiliza a caveira como memento mori. O que faz da necrofilia um fenómeno cultural interessante é a sua intenção de desenterrar o passado e de o trazer de volta à vida. É o impulso reaccionário de uma cultura que se sente desligada de um passado que lhe conferia sentido, que oferecia a sua ordem às instruções, leis e costumes.

sábado, 9 de maio de 2009

Necrofilia

Necrofilia, segundo a Desciclopédia, bem como o vegetarianismo, o homosexualismo e a zoofilia, é um hábito alimentar praticado por pessoas com gosto duvidoso. Consiste em ter relações sexuais com cadáveres, isso mesmo, gente morta. Segundo os necrófilos, eles gostam dessa prática porque os cadáveres não reclamam, não se incomodam e, principalmente, não têm dor de cabeça. É uma prática muito valorizada pelas mulheres pois os homens, duma maneira ou de outra, estão sempre tesos.
É um tipo de Parafilia onde a pessoa sente impulso e atracção sexual por cadáveres. Na DSM-IV-TR está incluída nas Parafilias sem outra Especificação. Esta categoria é incluída para a codificação de Parafilias que não satisfazem os critérios para qualquer das categorias específicas. Incluem-se aqui, além da necrofilia, a escatologia telefónica (telefonemas obscenos) parcialismo (foco exclusivo em partes do corpo), zoofilia (animais), coprofilia (fezes), clismafilia (enemas) e urofilia (urina). -> Sim meus amigos, tudo isto existe!
Pensemos nas vantagens da necrofilia para a sociedade!

1º - Diminuição da violência domestica. Em vez de dirigir a sua agressão para o maridinho ou a mulherzinha, teriam o livre recurso ao cemitério mais próximo. As vítimas não eram agredidas, e poupa-se terapia em vítima e vitimizador. Parece-vos bem?
2º - Os pobres tímidos, sem mulher e sem coragem para a prostituição, tinham agora uma nova porta aberta: a do cemitério!
3º - Melhor meus amigos, melhor que tudo: Adeus risco de gravidez!
4º - E já viram as despesas que se tem para realizar um funeral minimamente decente? Já viram as dificuldades que têm as famílias mais pobres em despender deste dinheiro? Solução mágica: Vende-se o corpo a um necrófilo, e ainda se ganha dinheiro! (Realmente bem eles dizem, que isto parece demasiado frio…eu sinceramente não seria capaz de vender o corpo de nenhum meu ente querido… mas.. não se doam corpos para estudos? O corpo, não é para muitos, somente um corpo sem alma, e na alma é que estava o seu verdadeiro ente querido…então, porque não ser uma hipótese disponível?)
5º - A criação de novos postos de trabalho na criação de “centros de necrofilia” (não será já demais?)
6º - O ponto do canibalismo eu deixo para lerem ai belo blog...... agora tenho de ir ali ai cemitério.....volto já!!
Mas na verdade…até pensamos: Porque não podem eles divertir-se com os corpos? Imaginemos que a pessoa dá autorização em vida…iria funcionar de forma semelhante a doar o corpo para estudos, ou doar os órgãos…Ou imaginemos que a família doa o corpo, porque não? São opções…Ou é demente em demasia? Terei eu a cabeça avariada ou vejo tudo de outra forma??





By: http://innerdepravity.com/intro.html

“May the graves be unearthed to satisfy our lustful passions!
Break open the seals of mausoleums to sate our desires!
Leave unlocked the morgue doors at night, that we may consummate our mad indulgences under the cloak of darkness!
The autopsy table shall serve as our sexual alter, the nude,stiff corpse as our unfeeling counterpart and our orgasms as a release of the pulse-pounding hormonal energies that course through our veins!”