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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Maxila completamente podre

Não sei como é que alguém chega com a boca a este estado. Já perdeu praticamente toda a maxila infestada por vermes,
 Deve ter andado a lamber o que não devia.... Brutal o video

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Assassinada e jogada dentro de água

"Perfil simulador, demonstra frieza, premeditação, falta até de princípios". Foi assim que o director do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) de São Paulo, Marco António Desgualdo, descreveu o assassinato da advogada Mércia Nakashima, 28 anos, de Guarulhos (Grande SP)
Mércia foi vista pela última vez na casa dos seus avós, em Guarulhos (Grande SP), no dia 23 de Maio de 2010. O carro da advogada foi encontrado no dia 10 de Junho de 2010, numa barragem na cidade de Nazaré Paulista (a 64 km de São Paulo), após indicação de um homem que viu o veículo ser empurrado enquanto pescava. No dia seguinte seu corpo foi encontrado no mesmo local, após ela ter ficado desaparecida por 17 dias.
O suspeito e ex-namorado de Mércia, o advogado e policial aposentado por invalidez Mizael Bispo de Souza, teve a prisão preventiva temporária, após o vigia Evandro Bezerra Silva confessar em depoimento à polícia de São Paulo que Souza matou Mércia. Silva foi preso em Sergipe; Souza está foragido e nega a acusação.
"O crime foi premeditado, houve um planejamento. Mizael tinha certeza absoluta que o carro não seria encontrado. Eles (Mizael e Evandro) conheciam o local, a profundidade da represa. Se não houvesse a testemunha que apontasse onde o carro foi jogado, nós não teríamos encontrado o corpo de Mércia. Ele buscou o crime perfeito", afirmou Desgualdo.
O delegado do DHPP, Antonio de Olim, que investiga o caso, disse que o planeamento do crime começou em Maio de 2010. "Ele (Souza) ia quase todos os dias ao posto do Evandro, mas ele não entrava porque sabia que tinha câmeras de segurança. Ele parava do lado, pegamos todas as câmeras. Ele não é primário, tudo ele premeditou e soube fazer. O motivo foi porque ele achou que estava sendo traído. Depois de terminar o namoro, ele seguia a Mércia", afirmou Olim.
Para o director do DHPP, Silva e Souza criaram uma armadilha para Mércia. "Houve uma trama, uma situação, que levou a moça a acreditar que fosse um passeio ou algo parecido e ela foi levada à morte naquele sombrio local. Ela estava consciente ao ser levada para a represa, ela sentiu que ia morrer. Então você pode imaginar o medo, ela perdeu o controle fisiológico diante do perigo. Foi de uma maldade muito grande, Mizael tinha mágoa de Mércia", disse Desgualdo.
O relatório da Polícia Científica revelou haver urina nas roupas e no carro de Mércia. A análise da causa da morte, da bala encontrada no carro da advogada e do metal encontrado no maxilar de Mércia --onde ela teria levado um tiro.
"Mizael me ligou para falar que tinha uma terceira arma, além das duas que ele entregou à polícia, mas que tinha vendido para um tenente, mas ainda não conseguimos localizá-la. Eu acho que ele não é burro de fazer alguma coisa com essas armas, deve ter uma outra. Ele foi policial e sabe onde encontrar", afirmou Olim.
Segundo o delegado, Souza costumava levar Mércia a uma pousada que tem perto da represa e pode ter atraído a advogada para lá com um convite. "Eles tinham saído na sexta (21 de Maio) e no sábado, provavelmente eles tinham combinado de se encontrar no domingo também."
Para Desgualdo, o inquérito policial que aponta Souza como assassino de Mércia é "contundente". "Temos a prova testemunhal e a prova objectiva, os relatórios das ligações e o pericias do carro. Não há como discutir, não há como duvidar."
Sobre a mudança nos depoimentos de Silva, Desgualdo afirmou que é uma forma de defesa. Ao ser preso em Sergipe na última sexta-feira (9), o vigia negou qualquer envolvimento no crime. "Se a imprensa aborda uma pessoa suspeita de um crime, a primeira coisa que ela vai dizer é que não tem nada a ver com isso. No calor da apresentação na delegacia, o Evandro disse o que ele quis. Só que ao mostrar as evidências ou ele negaria ou ele tentaria adequar a versão para minimizar a participação dele, como ele fez. Ele disse que não matou a Mércia, apenas socorreu o amigo que estava sozinho na beira da represa", afirmou o director.







       

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Decomposição

A decomposição ou deterioração do corpo humano é o processo natural que ocorre quando um cadáver é enterrado ou deixado à mercê dos elementos; a decomposição é, no segundo caso normalmente mais rápida, já que auxiliada pela acção das aves e de outros animais. A velocidade a que um corpo se decompõe depende em grande medida do ambiente em que se encontra, Normalmente, o cabelo, as unhas e os dentes separam-se ao fim das primeiras semanas e, após um ou dois meses, os tecidos tornam-se líquidos e as cavidades corporais abrem-se. A convicção generalizada é a de que, após um período de um os dois anos, apenas o esqueleto e os dentes se mantêm. A humidade ajuda à decomposição e alguns tipos de terreno também podem acelerar o processo, se bem que outros possam ter o efeito contrário (por exemplo as turfeiras). A cobertura do cadáver com cal acelera a sua decomposição, eu próprio assisti há muitos anos, a essa pratica, entretanto caída em desuso, de abrir os caixões antes de serem colocados na sepultura, para os cadáveres serem cobertos com um balde de cal, exactamente para acelerar o processo de decomposição.
Têm sido atribuídos vários significados à maior ou menor rapidez com que um corpo se decompõe. Em algumas sociedades, em zonas da Grécia rural, por exemplo, procede-se à exumação de forma a verificar-se em que estado se encontra o processo de separação da alma relativamente ao corpo. O grau de decomposição do corpo é considerado um indicador do ponto em que vai a viagem do morto: um corpo em avançado estado de decomposição representa uma boa jornada para o além-túmulo. Pelo contrário, e em outras sociedades, os cadáveres que se decompõem lentamente ou aparentam mudar de forma ou de posição mas que não se decompõem são frequentemente vistos com horror ou temidos como vampiros, zombies ou entes malignos.
Nas sociedades cristãs, a decomposição está ligada à criação e é considerada como uma punição do pecado original de Adão e Eva. Neste contexto, aos corpos que não aparentam decomposição tem sido atribuído um estatuto de santidade. Por exemplo, quando o corpo de São Cuteberto foi exumado, em 698 D.C, o seu estado de preservação foi considerado como um milagre póstumo. Em moldes semelhantes, a descoberta de corpos bem preservados em criptas de antigas igrejas é sinal de boa sorte para aqueles que os vêem ou lhes tocam. Em sociedades ocidentais (como é o caso do Reino Unido), o medo da decomposição do corpo é o factor que tem determinado a opção cada vez mais frequente pela cremação. Em outros países, supostamente desenvolvidos, como os EUA, o embalsamento é a forma preferida de atrasar o processo de decomposição.