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quarta-feira, 24 de março de 2010

A morte e os seus emblemas

As personificações da morte como absoluto são geralmente alarmantes. O simbolismo religioso modifica a imagem de finalidade, sugerindo que a morte é um estádio necessário que resulta na libertação para a imortalidade.
O simbolismo do medo e da esperança aparece por vezes lado a lado, numa combinação desconfortável. Na arte, a figura mais familiar da Morte é o Cavaleiro Esqueleto, com uma capa e capuz, empunhando impiedosamente uma gadanha, um tridente, uma espada ou um arco e flechas. Segura uma ampulheta representando o limite medido da vida. Os deuses do outro mundo, que governam os mortos, usavam semelhantes auxiliares implacáveis para recolher as almas, mas não eram necessariamente símbolos assustadores. Os Druidas ensinavam que o deus da morte (Donn, na Irlanda) era a fonte de toda e qualquer vida.
Outros símbolos da morte incluem o esqueleto, o crânio, o sepulcro ou uma figura de capa negra com uma espada, como o deus grego Tanatos (na tradição ocidental, o preto está associado à morte, na oriental é o branco).
A morte podia aparecer também como um tocador de tambor ou dançarino. Símbolos mais suaves eram uma mulher com véu ou Anjo da Morte, como o Israfil islâmico. Os navios ou barcaças da morte, simbolizavam a viagem para o Além. Entre as plantas, a papoila, o asfódelo e o cipreste constituem símbolos comuns de morte.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Simbologia Cemiterial

Além de monumentos tumulares de grande valor artístico, os cemitérios nos trazem uma complexa e abstrata simbologia através das formas geométricas, símbolos, objectos etc. A combinação destes elementos nas lápides, esculturas e mausoléus, cria mensagens que fazem alusão a conceitos religiosos da época, fornece informações sobre o falecido, sua origem familiar, nível social etc. Portanto, funcionam também como uma rica fonte de pesquisa sociológica e cultural.
De acordo com as palavras de um dos fundadores da Psicologia de Massa, Gustave Le Bon, temos explicação exacta do significado das obras de arte nos túmulos:


"Não são os factos em si que ferem a imaginação coleciva, mas sim o modo pelo qual se lhes apresentam. Os monumentos e as comemorações são, sem dúvida, os meios mais proveitosos, prácticos e seguros, para gravar no espírito do povo as proezas de um herói, a grandeza de um nome ou a importância e o significado de um acontecimento".

Fontes:
http://www.vintageviews.org/
http://www.funerariaonline.com.br/
http://www.pharmcat.demon.co.uk/
http://www.pagstones.com/