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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

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Psicopatas - Parte # 2

Você conhece um psicopata? Já viu um? A maioria das pessoas não consegue reconhecer um verdadeiro psicopata, pois imaginam aqueles loucos dos filmes de terror.
Mas nem sempre os psicopatas são sanguinários. Segundo o livro “meu vizinho é um psicopata” 1 em cada 25 pessoas é um psicopata, então você pensa que grande parte da população pode ser psicopata pois os casos são muito raros. A psicopatia ou sociopatia é a falta do sétimo sentido, o sentido da consciência.
Segundo o “manual diagnóstico clínico de distúrbios mentais” o diagnóstico clínico de pessoas sociopatas deve ser cogitado quando um indivíduo apresentar, no mínimo três das sete característica a seguir:
(1) Incapacidade de adequação às normas sociais;
(2) Falta de sinceridade e tendência a manipulação;
(3) Impulsividade, incapacidade de planejamento prévio;
(4) Irritabilidade, agressividade;
(5) Permanente negligência com a própria segurança e a dos outros;
(6) Irresponsabilidade persistente;
(7) Ausência de remorso após magoar, maltratar ou roubar uma pessoa.

Psicopatas nascem assim, sem o sentido da consciência, e isso não tem cura. Imagine que você não tem consciência, e possui uma sede enorme por dinheiro, sonha em ser um empresário de sucesso e fará o que precisar para que isso aconteça. Não importa o que você terá que fazer: Passar a perna em um amigo, casar com alguém por dinheiro, mentir, manipular. Não interessa se pessoas serão demitidas injustamente por sua causa, não importa como ficarão suas famílias, você é um psicopata, só a sua vida realmente importa, você não tem sentimento algum, nunca irá amar alguém. Aquela voz que fala conosco o tempo todo dizendo que não podemos fazer isso ou aquilo, isso não existe em você, se você roubar alguém, seu único sentimento será o medo de uma pessoa descobrir, ir preso ou coisa do tipo, mas nunca irá pensar “eu roubei, isso não é o certo a fazer.”
Políticos corruptos roubam dinheiro do país, do estado ou de municípios, dinheiro que poderia matar a fome de pessoas, gerar empregos, educação. O político psicopata só está lá pensando em si mesmo, irá roubar o quanto precisar e não importa se o mundo está em crise, se a vida dele estiver bem.
O psicopata não precisa matar, existem milhares que jamais cometeram um homicídio, a sociopatia é a ausência de consciência, ou seja, de culpa. Mas qualquer um desses psicopatas que nunca mataram, se chegarem a matar alguém um dia, não irão se sentir culpados, tristes, ou qualquer coisa do tipo.
Claro que sempre somos chamados a atenção pelos psicopatas sanguinários, sociopatas que possuem sede de sangue e querem se tornar ricos e adquirir sucesso, nada pode impedi-los, nem a mãe ou a mulher, nada, eles não amam ninguém, as pessoas são como bonecos de jogos, só estão no mundo para impedir os seus planos de se concretizarem. Gratidão? Jamais.
Na própria bíblia sagrada encontramos pessoas sociopatas. O rei Heródes estava numa festa e pediu para dançar com Salomé, ela disse que não estava com vontade, ele insiste dizendo que daria a ela o que quisesse em troca daquela dança. Salomé aceita e ao término da dança ela pede a cabeça de João Baptista em uma bandeja de prata, como palavra de rei não podia voltar atrás, Heródes ficou desesperado tentando negociar com Salomé a maior esmeralda do mundo, metade do seu reino, mas ela estava decidida. Ele manda cortar a cabeça do profeta e coloca em uma bandeja de prata como ela pediu, Salomé beija a cabeça decepada na boca em um acto de sexualidade histérica e doentia. Revoltado com toda a sua perversidade, Heródes manda matá-la.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Psicopatas - Parte # 1

Embora a psicopatia (também chamada de sociopatia ou transtorno de personalidade antissocial) seja popularmente associada a pessoas violentas, com aparência insana - ou seja, facilmente identificáveis -, tal associação é errada, porque é diferente do que as pessoas acreditam; psicopatas, na sua maioria, não são assassinos.
Mesmo que não demonstrem socialmente, a característica principal da psicopatia é um forte traço narcisista enraizado na personalidade. São indivíduos megalomaníacos , imprevisíveis, sem escrúpulos, excessivamente egoístas e egocêntricos.
Um ponto muito comum entre todos os psicopatas é o ambiente intrafamiliar marcado por diversos e extensos conflitos; todo psicopata tem um ambiente familiar conturbado, permeado por constantes discussões e conflitos diversos..
Frequentemente, esmagam suas vítimas de uma forma tão subtil e quase imperceptível, que praticamente ninguém percebe - apenas a vítima, ao tempo que posam para a sociedade como santinhos e cidadãos do bem.
Dependendo do grau da psicopatia, deixam marcas por onde passam, de sentimentais a financeiras.
São excessivamente manipuladores e controladores. O lema de um psicopata é "sempre controlar para não ser controlado".
Sua conduta carece normalmente de uma motivação, ou se uma motivação pode ser inferida, ela é inadequada enquanto explicação para tal comportamento.
Eles são reis em inversão de papéis. A sua vida inteira é vivida de forma teatral e dramática, onde o psicopata é sempre a "vítima" ou "coitadinho" e os outros são os vilões maldosos que merecem punição.
Nunca admitem um erro, querem ter sempre a razão de tudo e tentam fazer o possível para com que o outro se sinta o culpado.
De uma forma ou de outra, estes indivíduos têm notáveis tendências em estimular sentimentos de dó, compaixão e pena nas outras pessoas. Como é perceptível, a maioria dos psicopatas não mata, mas é capaz, porém, de arrebentar facilmente com o emocional e até mesmo o financeiro das pessoas.
Eles são literalmente antissociais, parecem odiar tudo e todos, são hostis à sociedade, demonstrando uma conduta que lhe traz conflitos frequentes com o meio em que vivem. Podem ser contrários às regras, rebeldes, agressivos e apresentam um comportamento em que suas acções são destinadas a irritar às pessoas em sua volta, por isso são frequentemente irritantes e pouco toleráveis.
Os psicopatas usam a mentira como mais uma ferramenta para os seus objectivos. Exactamente por isso, eles não usam a mentira da mesma forma que as outras pessoas usam e sim usam-na como ferramenta de trabalho. Tais mentiras muitas vezes são caracterizadas por histórias muito bem detalhadas e minuciosas, contadas com naturalidade, sem nenhum constrangimento, a ponto que as outras pessoas nem sequer desconfiam de que tudo não passa de um teatro, por isso, raramente as suas mentiras são descobertas. Entretanto, quando isto acontece, eles podem negar até a morte que tudo não passa de uma farsa, mesmo que tudo e todos provem o contrário. Também podem mostrar-se totalmente indiferentes à descoberta, ou admitirem, mas sempre inventando alguma desculpa de forma a tentar minimizar ou encobrir a outra mentira.
Psicopatas são pessoas excessivamente rancorosas e vingativas. Provavelmente odeiam a sociedade porque um dia foram odiados por ela - ou ao menos imaginaram ser.