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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Doenças - Pênfigo

O Pênfigo é uma doença bolhosa, rara e grave caracterizada pelo aparecimento de bolhas na pele e nas membranas mucosas (boca, vagina e pénis)
Tipos de pênfigo
Pênfigo vulgar - caracterizado pelo aparecimento de bolhas nas mucosas, que afecta principalmente indivíduos entre os 40 e os 60 anos.
Pênfigo foliáceo ou doença de Cazenave - caracterizado pelo aparecimento de bolhas na pele e não nas mucosas, e que pode aparecer em todos os grupos etários.

Nota: Existem diversos subtipos dos dois tipos de pênfigo. No Brasil existe um subtipo denominado pênfigo foliáceo brasileiro ou fogo selvagem.
Num livro do Hemominas, um hemocentro, há o aviso de que, quem já possuiu pênfigo, está inapto para doação de sangue

Pênfigo: Sintomas da doença
 As bolhas começam geralmente na boca (às vezes no nariz), aparecendo depois na pele. Rompem-se facilmente, dando origem a zonas vermelhas sangrantes, muito dolorosas, que infectam e mais tarde criam crosta. A pele aparentemente não afetada pode também criar bolhas depois de uma ligeira pressão. Quando as bolhas cobrem uma grande área do corpo, a extensa perda de pele pode levar a uma infecção bacteriana secundária e, por vezes, à morte

Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico de pênfigo é confirmado por uma biópsia da pele (extracção de uma pequena amostra de tecido para análise).
O tratamento é feito com corticosteróides como a prednisona (deve-se tomar durante o período da manhã, afim de simular a ação fisiologia das supra-renais,que produzem esta substancia.) e outros medicamentos imunossupressores (metotrexato, ciclofosfamida ou azatioprina) administrados durante longos períodos para manter a doença sob controle. Podem ser necessários antibióticos quando se associam infecções.São também utilizados medicamentos de uso tópico,porém é necessário que este seja administrado de forma atenciosa pelo fato de que este medicamento seja utilizado de forma intensa possa desencadear outra patologia,a candidíase. observação:Geralmente o paciente com pênfigo é hipertenso,alguns estudos relatam a relação do Enalapril(medicamento contra hipertensão),como um meio para desencadear o pênfigo.

Sintomas do pênfigo foliáceo
As bolhas, que nunca aparecem nas mucosas, muito facilmente rebentam, chegando a ser difícil encontrar bolhas intactas. Essas bolhas rebentadas aparecem inicialmente nas zonas mais gordorosas do corpo, como couro cabeludo, zona central do peito e das costas.
Se não forem tratadas inicialmente as bolhas aparecem disseminadas por todo o corpo, podendo então dar origem a uma situação grave.

sábado, 31 de agosto de 2013

T.O.C. - Transtorno obsessivo-compulsivo

É normal, ocasionalmente, voltarmos atrás para verificar se o ferro de engomar está desligado ou se o carro está travado. Mas no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos quando se tornam excessivos passam a interferir com a funcionalidade da vida diária. E, independentemente daquilo que a pessoa faz, parece não conseguir evitar esses comportamentos e pensamentos incomodativos e repetitivos.
O transtorno obsessivo compulsivo caracteriza-se por dois tipos de manifestações: as obsessões ou idéias obsessivas e as compulsões ou rituais compulsivos. As obsessões são idéias ou imagens que vem à mente da pessoa independente de sua vontade repetidamente. Embora a pessoa saiba que são idéias suas, sem sentido, não consegue evitar de pensá-las. São freqüentes idéias relacionadas a religião, sexo, duvidas, contaminação, agressão (por exemplo, a pessoa tem idéias repetidas de que suas mãos estão contaminadas por ter tocado em objetos "sujos"). As compulsões são actos ou rituais que o indivíduo se vê obrigado a executar para aliviar ou evitar as obsessões. Se a pessoa não executa o acto compulsivo ela fica muito ansiosa. Os rituais são repetidos numerosas vezes, apesar da sensação que a pessoa tem de que não fazem sentido. Compulsões frequentes são lavar as mãos, verificar se a porta está trancada ou a válvula do gás está fechada, questionar uma informação repetidamente para ver se está correcta, executar minuciosamente uma série pré-programada de actos para evitar que aconteça algum mal a alguém, contar ou falar silenciosamente. Tanto as obsessões como as compulsões ocupam uma boa parte do tempo da pessoa, prejudicando ou dificultando seu dia a dia.
Como a própria pessoa reconhece que seus pensamentos ou actos são sem sentido, ela procura disfarçar tais manifestações, evitando conversar sobre esse assunto e relutando em procurar auxilio médico psiquiátrico.
O transtorno obsessivo compulsivo inicia em geral no fim da adolescência, por volta dos 20 anos de idade e atinge cerca de 2 em cada 100 pessoas. A doença pode-se manifestar em crianças também. Em geral a doença evolui com períodos de melhora e piora; com o tratamento adequado há um controle satisfatório dos sintomas, embora seja pouco frequente a cura completa da doença.
Muitos portadores de TOC apresentam também outros transtornos como fobia social, depressão, transtorno de pânico e alcoolismo. Alguns transtornos mentais como a tricotilomania (arrancar pelos ou cabelos), o distúrbio dimórfico do corpo (idéia fixa de que há um pequeno defeito no corpo, em geral na face) e a síndrome de Tourette (síndrome dos tics) parecem estar relacionados ao TOC.
Pesquisas recentes mostram que o TOC é uma doença do cérebro na qual algumas áreas cerebrais apresentam um funcionamento excessivo. Sabe-se também que o neurotransmissor serotonina está envolvido na formação dos sintomas obsessivo-compulsivos. Acredita-se também que as pessoas que tem uma predisposição para a doença, reagem excessivamente ao stresse. Tal reacção consiste nos pensamentos obsessivos, que por sua vez geram mais stresse, criando assim um circulo vicioso.
O tratamento do transtorno obsessivo compulsivo envolve a combinação de medicamentos e psicoterapia. Os medicamentos utilizados são os antidepressivos, em geral em doses elevadas e por tempo bastante prolongado. A psicoterapia mais estudada é a terapia comportamental, através da qual o paciente é estimulado a controlar seus pensamentos obsessivos e rituais compulsivos. Outras formas de psicoterapia auxiliam o paciente a lidar com as situações de ansiedade que agravam a doença.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Água de estômago vazio

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido....
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorroidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

Método de tratamento:
1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber 2 copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se deve comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber 2 copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutar de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias de tratamento que requer a cura das principais doenças:

1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstipação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente.
É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.
Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria.
Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come.. Nada a perder, tudo a ganhar!
Para quem gosta de beber água fria.
Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão.
Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino.
É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Maxila completamente podre

Não sei como é que alguém chega com a boca a este estado. Já perdeu praticamente toda a maxila infestada por vermes,
 Deve ter andado a lamber o que não devia.... Brutal o video

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Paranóia

É considerada uma doença psiquiátrica cuja característica central é um delírio bem organizado! E geralmente com teor repetitivo. As ideias falsas persistem no tempo e são contraditórias às evidências da realidade, mas que não desorganizam completamente a personalidade e o funcionamento do indivíduo como na esquizofrenia. A paranóia também designa a mania da perseguição.
O tipo mais comum destes distúrbios mentais é o delírio paranóide em que o indivíduo se sente especialmente perseguido e ameaçado por outros – a terrível mania da perseguição que consome e destrói.
No paranóico um sistema delirante amplo e desfasado da realidade pode coincidir com áreas bem conservadas da personalidade, e do funcionamento social do sujeito, o que origina uma repercussão paranóica no funcionamento geral do indivíduo muito variável. O comportamento é bizarro e depende do âmbito mais ou menos restrito do sistema delirante, pois a atitude comportamental na sua generalidade é coerente com as suas convicções e suspeitas; por exemplo quando o delírio está ampliado abrangendo todos os familiares e colegas de trabalho, gerando-se no paranóico um conflito em que considera na generalidade que todos os indivíduos que o cercam o pretendem prejudicar, as suas atitudes de defesa ou de vingança tornam-se tão inadequadas e de extrema gravidade que conduzem a situações de extremas e graves deformações pessoais que podem prejudicar a sociedade que o cerca. Portanto no delírio paranóide o indivíduo sente-se perseguido e ameaçado por outros.
Outra característica do paranóico é o delírio da grandiosidade que confere ao indivíduo ideais megalómanos sobre o seu valor, capacidades ou conhecimentos. A megalomania faz parte do paranóico, a mania das grandezas, acredita e tem delírios imaginativos de grandeza social ou monetária de ter e poderes superiores, sempre numa auto-imagem do melhor, vivendo numa ansiedade e credibilidade de uma situação a todos os níveis superior que se não conseguiu irá conseguir, mesmo que seja económica e socialmente impossível! Posiciona-se socialmente sempre em altos valores materiais e até laborais, se os não tem acredita que tem todas as capacidades para os ter. A ânsia do ter e do poder são insaciáveis.
Outra característica é o delírio erotómano que faz com que o indivíduo se sinta profundamente desejado e amado por alguém de posição mais elevada e de facto muito distante. A erotomania, é outra manifestação que se expressa a vários níveis. É mais uma obsessão, a procura doentia dum amor ideal, especialmente do erotismo e da sexualidade. No entanto pode existir uma grande desconfiança em relação à sua capacidade amorosa, e a possibilidade do abandono da companheira ou companheiro, que se fazem sentir nitidamente nas formas de erotomania ligadas a certas representações muito precisas, como os fetiches, podendo chegar a fixações ou perversões, que já não implicam relação com qualquer parceiro amoroso.
Há ainda a referir o "delírio do ciúme" – os ciúmes mórbidos – preocupação exagerada, descabida e fora da realidade, com a infidelidade sexual do parceiro, ou mesmo a obsessão dum caso mais íntimo de amizade que se torna intolerável para o doente. Este é por via de regra um homem que tem a suspeita ou mesmo a convicção que a parceira tem um caso amoroso ou mesmo que está mais ligada afectivamente a alguém que a ele. Tem uma atitude de espionagem contínua, atento a qualquer variação no seu comportamento, procurando provas, geralmente falsas para a sua suspeita. Frequentemente pode recorrer à violência física ou à tortura psicológica. O ciúme mórbido, patológico é inerente à personalidade do doente paranóico, que revela traços depressivos, insegurança, baixa auto-estima, e sentimentos de inferioridade sexual; estes traços de personalidade, presentes desde sempre, podem tornar-se mais evidentes e patológicos quando associados ao alcoolismo ou a síndromas cerebrais orgânicos. Os ciúmes patológicos constituem uma causa frequente de violência conjugal, que pode chegar ao homicídio do parceiro, seguido ou não do suicídio do doente.
Temos a considerar alguns tipos de paranóia:
A Paranóia Crónica que pode resultar de lesões cerebrais, abuso de anfetaminas ou de álcool, esquizofrenia ou distúrbio maniaco-depressivo. Pode também manifestar-se em pessoas com "distúrbio paranóide da personalidade" que se caracteriza por indivíduos muito desconfiados e sensitivos, com uma aparência emocionalmente fria, mas são extremamente vulneráveis, que se melindram facilmente; criando um ambiente de contacto humano bastante desagradável.
A Paranóia Aguda – que pode aparecer em indivíduos já com distúrbios prévios da personalidade, com crises com uma duração inferior a seis meses. Sofrem de alterações radicais no seu meio ambiental, como imigrantes, refugiados, recrutas que entram no serviço militar, sobretudo os que foram vítimas de hiper-protecção familiar, ou jovens que saiem de casa pela 1ª vez, quando também a super-protecção imperou. Em tais indivíduos, devido a possuirem uma personalidade vulnerável, grande predisposição a intensos stresses vivenciais levam-nos a uma ruptura psicológica mais ou menos transitória.
Há também a considerar a Paranóia Partilhada, o delírio é partilhado por dois parceiros. Trata-se geralmente de um casal no qual um elemento dominante com distúrbio paranóide, incute e influência mentalmente as suas falsas crenças no parceiro mais fraco passivo e sugestionável. Habitualmente não existem outros sintomas de doença mental. No entanto habitam nos seus mecanismos psíquicos, a raiva, as desconfianças mórbidas, o isolamento social que vão marcando na continuidade do tempo uma crescente modificação comportamental no indivíduo que se vai tornando cada vez mais excêntrico, e tenta viver cada vez em maior isolamento social.
Os paranóicos raramente se vêem a si próprios como doentes e normalmente só aceitam tratar-se por convencimento insistente de parentes ou amigos. Não se consideram doentes e não se querem tratar. A pessoa não tem consciência do seu próprio estado, da sua própria enfermidade.