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quarta-feira, 17 de julho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Excision: Pauline's all sexual fantasies
Pauline is a disturbed and delusional high school student with
aspirations of a career in medicine. She often experience lucid sexual
dreams while asleep and in emotional stress. This clip portrays all the
dreams that she go through during the movie.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Filmes - Cannibal Holocaust
Considerado o filme mais polêmico de todos os tempos Cannibal Holocaust fez jus ao título logo na semana de estréia. Sob suspeitas de se tratar de um filme snuff, com cenas reais de morte, o diretor Ruggero Deodato foi detido e mantido preso até que conseguiu contatar os atores e apresentá-los vivos no tribunal.
O filme conta a história de um grupo de documentaristas que viaja aos confins da Amazônia a fim de documentar a vida dos índios canibais. A missão é um fracasso e uma equipe chefiada pelo antropologista Harold Monroe é enviada para resgatá-los. Após vaguear pela selva na companhia de um guia, o formidável Dr. Monroe finalmente consegue recuperar todo o material filmado.
A despeito disso a obra chega aos infinitos níveis do formidável.
O realismo é contundente e perturbador.
Coisas que provavelmente vão perturbar:
O destaque, entretanto, é para a música tema do filme. Uma balada dos 70’s relaxante que é frequentemente usada como plano de fundo para cenas de antropofagia e desmembramento. Ouça-a aqui.
Por trás da fachada de filme "exploitation", no entanto, escondem-se alguns méritos reais. Cannibal Holocaust talvez tenha sido o primeiro filme a fazer uso extenso de mockumentaries, cenas gravadas para que parecessem reais, ideia que foi utilizada com sucesso por filmes como The Blair Witch, REC e Cloverfield.
A crítica social por trás da história é estridente. É um ataque directo à sociedade ocidental que se resume muito bem com a indagação final do Dr. Monroe: “I wonder who the real cannibals are”.
O filme conta a história de um grupo de documentaristas que viaja aos confins da Amazônia a fim de documentar a vida dos índios canibais. A missão é um fracasso e uma equipe chefiada pelo antropologista Harold Monroe é enviada para resgatá-los. Após vaguear pela selva na companhia de um guia, o formidável Dr. Monroe finalmente consegue recuperar todo o material filmado.
A película é precária, as actuações muito más. O actor mais conhecido é Robert Kerman, que antes de interpretar o Dr. Monroe fez uma respeitável carreira com mais de 100 filmes pornôs.
O realismo é contundente e perturbador.
Coisas que provavelmente vão perturbar:
- Violação: perdi a conta do número de vaginas defloradas ? força no decorrer dos pouco mais de 90 minutos.
- Vioalação "hardcore of doom" com um VIBRADOR de pedra, uma bola de terra com estilhaços de madeira seguido de morte por pedradas.
- Mortes REAIS de animais: um quati, uma aranha, uma cobra, um macaco (que tem o cérebro comido), um porco e uma tartaruga são mortos, alguns deles com detalhes.
- Nudez. Pode não ser uma coisa perturbadora por si só, mas lembro que estamos falando de índios velhos de picha murcha e índias cujas mamas tocam os joelhos.
- Desmembramentos: braços são decepados, pernas arrancadas, membros comidos e caralhos retalhados.
- Em uma cena uma índia grávida é amarrada enquanto dá à luz e o recém-nascido é enterrado na lama enquanto a mulher é apedrejada.
O destaque, entretanto, é para a música tema do filme. Uma balada dos 70’s relaxante que é frequentemente usada como plano de fundo para cenas de antropofagia e desmembramento. Ouça-a aqui.
Por trás da fachada de filme "exploitation", no entanto, escondem-se alguns méritos reais. Cannibal Holocaust talvez tenha sido o primeiro filme a fazer uso extenso de mockumentaries, cenas gravadas para que parecessem reais, ideia que foi utilizada com sucesso por filmes como The Blair Witch, REC e Cloverfield.
A crítica social por trás da história é estridente. É um ataque directo à sociedade ocidental que se resume muito bem com a indagação final do Dr. Monroe: “I wonder who the real cannibals are”.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Filmes - Pet Sematary
O cemitério (1983) tradução do original "Pet Sematary", escrito por Stephen King, é um dos livros mais destacados da obra do autor, justamente pela presença de um recurso literário marcado pelo chamado terror absoluto, que possui elementos marcantes e, dependendo da tolerância psicológica do leitor, altamente perturbadores. Este, aliás, foi um dos motivos para que o autor deixasse a obra, já concluída, engavetada por um longo período de tempo, recusando-se a publicá-la e, somente o fazendo para cumprir termos de contrato com sua editora.
A história de "O Cemitério", passa-se numa pequena cidade do interior do estado do Maine, Estados Unidos, e tem como centro inicialmente os eventos simples e banais da família Creed. Desde o início, os integrantes desta família são apresentados psicologicamente, o pai Louis Creed, médico que juntamente com a esposa, Rachel Creed, e os dois filhos (a pequena Eileen Creed, de 5 anos, e Gage Creed, com pouco mais de um ano de idade), deixam a vida agitada de Chicago e fixam residência em um lugar discreto no Maine. Aos poucos, os leitores vão se familiarizando com os elementos da família Creed, percebendo que se trata de um grupo de pessoas absolutamente normais, com seus altos e baixos, mas ainda assim felizes tanto social quanto financeiramente.
Na sua nova vizinhança, Louis conhece um senhor idoso, Jud Crandall, o qual, no decorrer do livro, passa-lhe informações sobre um misterioso cemitério que existe nos bosques profundos, os quais confinam com o terreno da residência dos Creed. Quando o gato de Eileen é atropelado na estrada que atravessa a vizinhança, Louis, temendo a reacção da filha, é influenciado a utilizar aquilo que Jud Crandall chama de "poder" dos bosques, resumido num antigo cemitério indígena, facto misterioso a princípio, mas que acaba devolvendo a vida ao gato da família, que certamente morrera no atropelamento.
A partir daí, o verdadeiro horror inicia no livro, que tem como novo centro as reflexões de Louis Creed sobre vida e morte, devaneando a todo momento quanto ao poder dos bosques de devolver a vida às coisas mortas, principalmente quando seu filho, o pequeno Gage Creed é morto por um camião na mesma estrada que já trucidara o gato.
Afinal, se "aquele lugar nos bosques" foi capaz de devolver a vida a um gato morto, por
que não devolveria também a seu querido filho, falecido em tão tenra idade?
A questão que ronda o livro é: Seria uma pessoa capaz de chegar ao extremo da loucura, do irracional, para trazer de volta à vida um ente que já morreu?
A história de "O Cemitério", passa-se numa pequena cidade do interior do estado do Maine, Estados Unidos, e tem como centro inicialmente os eventos simples e banais da família Creed. Desde o início, os integrantes desta família são apresentados psicologicamente, o pai Louis Creed, médico que juntamente com a esposa, Rachel Creed, e os dois filhos (a pequena Eileen Creed, de 5 anos, e Gage Creed, com pouco mais de um ano de idade), deixam a vida agitada de Chicago e fixam residência em um lugar discreto no Maine. Aos poucos, os leitores vão se familiarizando com os elementos da família Creed, percebendo que se trata de um grupo de pessoas absolutamente normais, com seus altos e baixos, mas ainda assim felizes tanto social quanto financeiramente.
Na sua nova vizinhança, Louis conhece um senhor idoso, Jud Crandall, o qual, no decorrer do livro, passa-lhe informações sobre um misterioso cemitério que existe nos bosques profundos, os quais confinam com o terreno da residência dos Creed. Quando o gato de Eileen é atropelado na estrada que atravessa a vizinhança, Louis, temendo a reacção da filha, é influenciado a utilizar aquilo que Jud Crandall chama de "poder" dos bosques, resumido num antigo cemitério indígena, facto misterioso a princípio, mas que acaba devolvendo a vida ao gato da família, que certamente morrera no atropelamento.
A partir daí, o verdadeiro horror inicia no livro, que tem como novo centro as reflexões de Louis Creed sobre vida e morte, devaneando a todo momento quanto ao poder dos bosques de devolver a vida às coisas mortas, principalmente quando seu filho, o pequeno Gage Creed é morto por um camião na mesma estrada que já trucidara o gato.
Afinal, se "aquele lugar nos bosques" foi capaz de devolver a vida a um gato morto, por
que não devolveria também a seu querido filho, falecido em tão tenra idade?
A questão que ronda o livro é: Seria uma pessoa capaz de chegar ao extremo da loucura, do irracional, para trazer de volta à vida um ente que já morreu?
terça-feira, 10 de julho de 2012
Zombies - Night of the Living Dead
A
figura do zombie como a conhecemos hoje em dia teve muitas evoluções ao
longo da história do cinema, mas o que é inegável, é que foi um
perfeito desconhecido de Pittsburgh chamado George Andrew Romero que, em
1968, instalara de forma duradoura e definitiva todas as
características do morto-vivo como o inconsciente colectivo hoje o
encara.
De facto, o seu primeiro filme,
hoje em dia considerado justamente como um clássico do cinema, “Night of
the Living Dead” não é o primeiro a abordar a figura do zombie. À
partida, o zombie está fortemente ligado a uma mistura de realidade e de
crenças populares, as suas raízes provêm geralmente da magia negra
praticada em certos países como o Haiti, que o apresenta como um
instrumento à mercê de um mestre, que o domina graças aos seus poderes
ocultos. Alguns filmes farão então a ponte entre essa figura do zombie e
a sua representação no cinema, como “White Zombie” (1932) de Victor
Halperin com o mítico Bela Lugosi ou ainda “I Walked with a Zombie”
(1943) de Jacques Tourneur. No encalço desses filmes, a produtora
britânica Hammer Film, que dará cartas no género fantástico nos anos 50 e
60, também contribuiu para o mito com algumas produções, nomeadamente
“The Plague of Zombies” (1966) de John Gilling, ou seja, dois anos antes
do filme de Romero, mas finalmente sem nunca abdicar da tradição
gótica, marco de fabrico da firma.
Nesse enquadramento, é portanto
um pequeno filme vindo de nenhures que vai apanhar de surpresa toda a
gente, redefinindo por completo a figura do zombie e dando uma nova cara
ao terror moderno. Próximo do documentário e vincando mais
profundamente a conotação de metáfora social intrínseca à figura do
zombie, “Night of the Living Dead” nasceu e o cinema de terror nunca
mais foi o mesmo.
Ano: 1968
Realização: George A. Romero
Argumento: George A. Romero e John A. Russo
Fotografia: George A. Romero
Montagem: Brian Huckeba, George A. Romero e John A. Russo
Música: Scott Vladimir Licina
Elenco: Duane Jones, Judith O'Dea, Karl Hardman, Marilyn Eastman, Keith Wayne, Judith Ridley e Kyra Schon
Uma fome de cinema
No final dos anos 60 em
Pittsburgh, George A. Romero, formado em desenho e pintura, sempre teve
veleidades de ser realizador de cinema. Como muitos cineastas, a paixão
começa desde criança quando Romero descobre os filmes fantásticos de
Jacques Tourneur, as produções Universal e os seus monstros clássicos,
“The Thing From Another World” (1951) de Christian Nyby e Howard Hawks
como também todas essas bandas desenhadas de terror da EC Comics.
A sua primeira tentativa, no
princípio da década de 60, não resultará e o seu ambicioso
“Expostulations”, filme dividido em segmentos, nunca será concluído. Mas
essa tentativa terá o mérito de permitir a Romero constituir a sua
primeira sociedade de produção, Latent Images, cujos sócios serão
simplesmente os seus amigos todos. A firma vai então especializar-se na
produção de documentários industriais e conseguir uma saúde financeira
razoável.
É assim à volta de uns copos
entre George Romero, John Russo e mais alguns que surge novamente a
ideia de tentar realizar uma primeira longa-metragem, mas, com toda a
evidência, a impossibilidade de arranjar um financiamento em Pittsburgh
para um filme realizado por totais desconhecidos complica a
concretização de um tal projecto. Porém, Russo decide investir todas as
suas economias e está convencido de que se pelo menos dez pessoas
consentissem em dar uns 600 dólares cada uma, seria possível rodar um
pequeno filme de terror. Romero entusiasma-se logo pela ideia, antevendo
logo a possibilidade de concretizar o seu sonho. Lógico então que
Romero e a sua banda se voltem para a Latent Images para conseguir o tão
desejado financiamento. Todos, ou quase, são postos à contribuição e a
equipa de produção está completa (contando com Russell Streiner, Karl
Hardman e Marilyn Eastman, figuras que se revelarão muito importantes,
sendo que acabarão, entre outras coisas, por representar algumas das
personagens principais do filme!), dando nascença à firma Image Ten.
Image Ten lança-se assim na
produção de um filme de terror de muito baixo orçamento, cuja ideia de
partida deve-se a George Romero. Fortemente inspirado no romance de
Richard Matheson, “I Am Legend”, Romero escreveu alguns anos antes um
conto que nunca foi publicado, mas que servirá de base ao script. O
primeiro argumento chamado “Anubis” é dividido em três partes: a
primeira passa-se numa quinta onde todos os seus habitantes serão
devorados pelos mortos vivos, a segunda seguirá as pisadas de um grupo
de comandos em caça dos zombies e a terceira centrara-se sobre um
sobrevivente ferido perseguido por uma horda de zombies, acabando por se
refugiar na quinta da primeira parte. Por razões monetárias, Romero
concentra a sua história somente na primeira parte e “Night of the Flesh
Eaters”, primeiro título escolhido, entra em produção em Junho 1967.
Devido a uma similitude demasiado grande com o título do filme de 1964
de Jack Curtis “The Flesh Eaters”, Image Ten decide-se finalmente por
“Night of the Living Dead” e, com um budget ridículo de apenas 114.000
dólares, Romero pode então começar a rodagem, que durará uns longos 7
meses, do que se transformará mais tarde num filme de culto.
A revolução em marcha
É quase sem querer que o jovem
George A. Romero inscreve o seu nome nas lendas da 7ª Arte, sendo ele o
primeiro a dizer que não queria conscientemente transmitir qualquer tipo
de mensagem através de “Night of the Living Dead”, mas o cineasta é já
nessa altura um inteligente e feroz observador da sociedade do seu país
e, consciente ou inconscientemente, o grande sucesso do seu primeiro
filme é precisamente ser um reflexo puro e duro, sem concessões algumas,
das mentalidades de uma época que o realizador porá em perfeita
concordância com um trabalho formal que revolucionará pura e
simplesmente a visão do cinema moderno, que se irá desenvolver nas
décadas seguintes.
CONTINUA
CONTINUA
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Coisas de paneleiros
No meio do sangue e eviscerado no que parece ser um ritual satânico, um homem foi encontrado morto e esventrado, pensa-se, com uma garrafa de vidro partida.
O assassino, depois de matar o homem, retirou parte dos seus órgãos e espalhou-os pela casa. A policia descobriu que o assassino era praticante de magia negra e homossexual, ao que tudo indica os dois homens tiveram relações sexuais pouco antes do assassínio e tinham uma relação que já durava havia algum tempo.
A vitima andava espalhando por todo o lado que vinha “comendo” o cu do assassino, e ao que tudo indica este foi o motivo pelo qual o outro homem se vingou matando e estripando a vitima.
Os testículos foram cortados e colocados na boca da vitima, e parte dos intestinos retirados e pendurados no espelho do quarto. Um sapato foi encontrado dentro do abdómen da vitima.
O assassino foi preso e confessou o crime, era conhecido por andar na cidade com um casaco grande e preto e luvas pretas nas mãos.
Em sua casa foram encontrados desenhos satânicos e livros de bruxaria, também foi encontrado o mesmo desenho feito com o sangue da vitima nas paredes da sua casa.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Enquanto houver mãos, punhos.......
É incrivel o que o orgão sexual feminino consegue aguentar, maus tratos, porrada, caralhos enormes, dilatações sem limite, etc. Aqui vemos como uma mulher consegue um orgasmo incrivel estimulada por um punho bem enterrado na vagina:
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
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