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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Medicamentos - Lexotan

LEXOTAN - o que é e seus possíveis efeitos

Lexotan - O que é ?
O princípio ativo do Lexotan é o Bromazepam, um tranquilizante do grupo dos benzodiazepínicos.
LEXOTAN - PARA QUE SERVE? (ou deveria servir)
O Lexotan pode ser usado para tratar os distúrbios de ansiedade de uma forma geral, porém como alguns deles como a Fobia Social e o Pânico por exemplo encontram melhor resposta a outros tranquilizantes. Por isso a indicação do Lexotan tem-se dirigido mais para o controle dos estados de tensão decorrentes de problemas da vida pessoal do paciente, bem como sintomas psicossomáticos dos aparelhos cardiovascular, respiratórios, genitourinário, gastroentestinal ou sintomas psicogênicos em geral que se manifestam através de alterações da menstruação ou dores de cabeça.
LEXOTAB - COMO É USADO? (ou como deveria ser...)
A dose média empregada é de 3 comp de 3 mg ao dia. Porém de acordo com cada caso e não tendo o paciente um passado de dependência química a dose pode chegar a 36 mg por dia sob supervisão médica.
O Lexotan não deve ser administrado indefinidamente, mas antes de iniciar o tratamento o médico deve combinar com o paciente como será o tratamento, ou seja, na medida em que os sintomas forem controlados depois de se ter estabilizada a dose da medicação, o Lexotan deve ser mantido por um período de 3 meses aproximadamente.
Acima disso apenas em casos de indicação precisa e contínuo acompanhamento médico.
LEXOTAN - PRINCIPAIS EFEITOS:
 Como todo tranquilizante benzodiazepínico o Lexotan proporciona a agradável sensação de bem estar, juntamente com aumento da sonolência e relaxamento muscular. A dependência química que o Lexotan pode induzir não costuma causar problemas, ou seja, com uma lenta e contínua diminuição da dose o organismo geralmente não se ressente pela saída da medicação, o que caracteriza a dependência química. Quanto mais tempo e mais alta a dose do Lexotan maiores as chances de se fazer uma dependência química, mas que conforme dita acima não costuma ser problemática. Contudo pacientes com passado de dependência química podem desenvolver psicológica também, o que complica a retirada da medicação. Por isso o acompanhamento do uso do lexotan deve ser preferencialmente feito por psiquiatras, que conhecem os tipos de personalidade mais propensos ao desenvolvimento de dependência química.
 LEXOTAN - DEPENDÊNCIA:
Causam dependência psicológica e física, dependente da dosagem e duração do tratamento.
A dependência física estabelece-se após 6 semanas de uso, mesmo que moderado.
Os problemas de dependência e abstinência/privação são comparáveis aos de outras substâncias que causam dependência, tendo-se transformado, nos países aonde há um uso mais generalizado, num problema de saúde pública, que só agora começa a ser reconhecido na sua verdadeira escala.
O uso crónico cria tolerância obrigando a aumentar a dose para obter os mesmos efeitos, razão por que actualmente não está indicada a sua administração para lá das três semanas, em casos não complicados.
LEXOTAN -ABSTINÊNCIA:
O seu síndrome de privação/abstinência após uso prolongado (mais de 2 meses) inicia-se alguns dias após paragem da administração, atingindo um período ainda desconhecido que pode ir até aos dois, três anos. Caracteriza-se por tremores, tonturas, ansiedade, insónias, perda do apetite, delirium tremens, ilusões, suores, e por vezes convulsões ou psicoses
O início dos sintomas de abstinência é variável, durando poucas horas a uma semana ou mais. Nos casos
menos graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir- se a tremor, agitação, insónia, ansiedade,
cefaléia e dificuldade para concentrar-se. Entretanto, podem ocorrer outros sintomas de abstinência, tais como sudorese, espasmos muscular e abdominal, alterações na percepção e, mais raramente delirium e convulsões.
Na ocorrência de sintomas de abstinência, é necessário um acompanhamento médico bem próximo e apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada e adoptado um esquema de retirada gradual.
DROGADICÇÃO
É o termo genérico criado para compreender qualquer e toda modalidade de adição bioquímica por parte de um ser humano ou a alguma droga (substância química) ou à superveniente interacção entre drogas (substâncias químicas), que seja causada ou precipitada por complexo de factores genéticos, bio-farmacológicos e sociais, aqui incluídos os económico-políticos.
O seu uso prolongado pode vir a causar drogadicção (dependência), bem como superveniente síndrome de abstinência na eventual descontinuação abrupta.
Medicamentos fitoterápicos de suporte, tais como valeriana costumam ser prescritos com sucesso, nessa fase de descontinuação.
LEXOTAN - SUPERDOSAGEM: 
Conduta na superdosagem
A superdosagem manifesta- se por estado de confusão total, sono profundo, relaxamento muscular, hiporreflexia a amnésia. Recomenda-se lavagem gástrica, monotorização e tratamento convencional das alterações respiratórias e cardiovasculares.
Nos casos de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com coma ou sedação grave), recomenda- se o uso do antagonista específico, o flumazenil, na dose inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até reversão do coma. No caso dos benzodiazepínicos de meia vida longa pode haver re-sedação, portanto, recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 - 0,4 mg/hora, gota a gota, em glicose a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória.
Nas intoxicações mistas, o flumazenil também pode ser usado para diagnóstico.
CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES: 
O Lexotan não deve ser usado em pacientes com alergia aos benzodiazepínicos, que sofram de miastenia grave ou que estejam por indução de outras medicações, com redução da actividade do sistema nervoso central.
A eliminação do Lexotan é realizado pelo fígado, por isso deve-se reduzir a dose pela metade nos pacientes que sofrem de insuficiência hepática. Devido a falta de informações é recomendável evitar o uso por gestantes durante o primeiro trimestre.
Tanto o início como a retirada da medicação deve ser gradual, com intervalo de alguns dias para a redução da dose.
Se tem algum a migo ou familiar como sintomas de utilização abusiva deste tipo de drogas, Sugere-se a confirmação dos sintomas e a comparação com o sintomas resultantes de utilização abusiva de bebidas alcoólicas
Fonte: Vários textos de internet
Se identificar num familiar ou amigo, comportamentos estranhos e se pretender ajudar, procure famílias anónimas - Antes de tudo ajude-se a si próprio, percebendo o problema e a melhor forma de o resolver. Pessoas desinteressadas e com episódios certamente muito idênticos ao seu. senão forem a solução, certamente que farão parte dela

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Lexotan 3mg

O que há de tão especial no Lexotan?
Os tranquilizantes benzodiazeínicos (practicamente todos os tranquilizantes usado na práctica médica) são medicações bastante seguras que só não tiveram a sua utilização mais disseminada devido ao potencial de dependência que pode conferir aos pacientes, mas que na prática é bem menos perigoso do que geralmente se supõe. Mas sendo os tranquilizantes aproximadamente equivalentes porque alguns são mais utilizado que outros? Basicamente devido ao marketing feito sobre eles. Como o princípio activo do lexotan (o bromazepan) é relativamente suave e como quem mais prescreve tranquilizantes são os clínicos, cardiologistas e ginecologistas, à frente dos psiquiatras, a propaganda realizada com esta medicação proporcionou grande sucesso entre esses profissionais, primeiro pela eficácia conferida, depois pelo baixo potencial de dependência proporcionado. 
O que é ?
O princípio activo lexotan é o bromazepam, um tranquilizante do grupo dos benzodiazepínicos. 
Para que serve ?
Pode ser usado para tratar os distúrbios de ansiedade de uma forma geral, porém alguns deles como a fobia social e o pânico, por exemplo, encontram melhor resposta com outros tranquilizantes. Por isso sua indicação tem se dirigido mais para o controle dos estados de tensão decorrentes de problemas da vida pessoal do paciente, bem como sintomas psicossomáticos dos aparelhos cardiovascular, respiratórios, genitourinário, gastroentestinal ou sintomas psicogênicos em geral que se manifestam através de alterações da menstruação ou dores de cabeça.
Como é usado ?
A dose média empregada é de 3 comp de 3 mg ao dia. Porém de acordo com acada caso e não tendo o paciente um passado de dependência química a dose pode chegar a 36 mg por dia sob supervisão médica. Não deve ser administrado indefinidamente, mas antes de iniciar o tratamento o médico deve combinar com o paciente como será o tratamento, ou seja, na medida em que os sintomas forem controlados deve-se estabilizar a dose da medicação por um período de 3 meses aproximadamente. 
Principais efeitos
Como todo tranquilizante benzodiazepínico proporciona a agradável sensação de bem estar, juntamente com aumento da sonolência e relaxamento muscular. A dependência química que pode induzir não costuma causar problemas, ou seja, com uma lenta e contínua diminuição da dose o organismo geralmente não se ressente pela saída da medicação, o que caracteriza a dependência química. Quanto mais tempo e mais alta a dose, maiores as chances de se fazer uma dependência química, mas que conforme dita acima não costuma ser problemática. Contudo pacientes com passado de dependência química podem desenvolver psicológica também, o que complica a retirada da medicação. Por isso o acompanhamento do seu uso deve ser preferencialmente feito por psiquiatras, que conhecem os tipos de personalidade mais propensos ao desenvolvimento de dependência química.